Foi comer e beber à fartazana e viveu-se um dia de sã camaradagem
Olha que dois!!! Putos do meu tempo; recordem o Fanuca e o Fifas.
Ao som da música e das vozes do Grupo de Cavaquinhos de Lagares pode ouvir-se:
Vai Marinheiro vai vai.
Vai busacar a Laurindinha.
Ela é tua muito tua.
Ela é tua não é minha.
É convicção minha, que a iniciativa foi excerlente e que todos irão por muito tempo recordar este dia.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
Convívio na Capela de S. Pedro = Juntas de Freguesia de Sebolido e Canelas
I
Afinem vossas Goelas
Acumulem vossas energias
Para que amanhã em Canelas
Se vivam grandes alegrias
II
Que reine a boa disposição
Juntando-lhe farrra e alegria
Para que conste como recordação
Como memorável este dia.
III
Quando o convívio terminar,
Vendo-se chegado o fim do dia
Nos honremos de poder louvar
A iniciativa da Junta de Freguesia
Afinem vossas Goelas
Acumulem vossas energias
Para que amanhã em Canelas
Se vivam grandes alegrias
II
Que reine a boa disposição
Juntando-lhe farrra e alegria
Para que conste como recordação
Como memorável este dia.
III
Quando o convívio terminar,
Vendo-se chegado o fim do dia
Nos honremos de poder louvar
A iniciativa da Junta de Freguesia
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Verdadeiros Amigos
A Minha felicidade está no suporte deles.
Tenho amigos que não sabem. Não percebem o amor que lhes dedico e a absoluta necessidade que tenho deles.
É convicção minha que enlouqueceria se todos os meus amigos morressem.
Quando os procuro, noto que alguns deles não tem noção de como me foram e são necessários, de como me são indispensáveis ao meu equilibrio fundamental, porque fazem parte do mundo que eu com indecisão construí, mas que se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
Muitas vezes, vezes mergulho em pensamentos sobre alguns.
Quando eu estou em lugares maravilhosos ou em confraternizações cai-me por vezes alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer....
Tenho amigos de verdade.
A gente não faz os amigos, reconhece-os.
Tenho amigos que não sabem. Não percebem o amor que lhes dedico e a absoluta necessidade que tenho deles.
É convicção minha que enlouqueceria se todos os meus amigos morressem.
Quando os procuro, noto que alguns deles não tem noção de como me foram e são necessários, de como me são indispensáveis ao meu equilibrio fundamental, porque fazem parte do mundo que eu com indecisão construí, mas que se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
Muitas vezes, vezes mergulho em pensamentos sobre alguns.
Quando eu estou em lugares maravilhosos ou em confraternizações cai-me por vezes alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer....
Tenho amigos de verdade.
A gente não faz os amigos, reconhece-os.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
A CANOA = A. T. VERDE e Último Fim de Semana de Agosto de 2010
Cancelos/Sebolido é tudo isto: mas ainda muito e muito mais nos dias presentes. SURPREENDENTES MARAVILHAS
Lamenta-se que as gentes da Terra não se habituem a desfrutar destes momentos únicosI
As Fragas da Abitoreira
Deitam água sem chover
São como o amor primeiro
Que há-de ser até morrer
II
Vai começar a Remaldeira
Já aqui não há o lamassal
Vejo as Fragas da Abitoreira
A Beijar o Monte do Remesal
A História da Canoa :- Trabalho de Agsotinho Teeixeira Verde
Todos ou quase todos conhecemos este texto de uma mensagem com muito interesse do grande filósofo e educador brasileiro Paulo Freire. Mas, conhecer o conto já é, por si só uma forma de nos embrenharmos na sociedade com diferentes personagens, também elas de diferentes valores e conhecimentos.
Ao escrever estas linhas, é com enorme prazer que relembro os meus colegas “Filhos da Escola da Marinha”, porque, uns mais que outros, conhecemos o mar, os barcos e as canoas, etc. Mas, mais que isso, reforçar a ideia daqueles que sempre viveram à beira-rio e lidaram desde pequeninos com esses frágeis transportes de margem para margem, transportando tudo e todos, em horas de aflição que as tempestades, doenças, funerais e catástrofes vieram a solicitar-lhes sem possuírem o tão falado e precioso SOS.
Vejamos: Num rio largo e profundo trabalhava um barqueiro simpático e experiente, que atravessava na sua pequena canoa as pessoas de uma margem para a outra.
Certo dia, entraram na sua canoa duas pessoas cultas: um advogado e uma professora. No meio da viagem, o advogado quebrou o silêncio, perguntando ao barqueiro:
-Você sabe alguma coisa de leis?
- Não, senhor, respondeu sorrindo o barqueiro.
- Que pena! Perdeu metade da vida – disse compadecido o advogado.
A professora também quis fazer graça e alarve da sua sabedoria e perguntou: Você sabe ler e escrever?
- Não sei, minha senhora.
- Que pena! Perdeu metade da vida.
A canoa continuou a deslizar, mas uma corrente forte fê-la virar e todos caíram à água. E o barqueiro, perguntou:
- Vocês sabem nadar?
- Não, gritaram eles.
- Que pena! Perderam as vossas vidas.
Nas travessias da vida, boas ou árduas deste mundo, contactamos com gente – numerosa gente humilde – de vários saberes e riquezas de experiências acumuladas ao longo da sua existência. E, nem sempre valorizamos o saber, o valor e a experiência com quem, casualmente ou não, nos é dado partilhar momentos ocasionais destas pessoas simples: é o lavrador de mãos calejadas e rosto queimado pelo sol, é o pescador que arrisca a vida todos os dias para brindar com peixe pessoas que nem sequer conhece, são todos os trabalhadores das diversas profissões que sabem resolver os nossos problemas que nós não somos capazes de solucionar.
Quantas vezes descobrimos debaixo de roupas rotas e em mãos calejadas alguém com um saber importante - talvez sem saber ler ou escrever – mas com a sabedoria da vida: servindo e amando os outros.
Nestes tempos de valorização dos valores materiais: do carro que possuem, da vivenda que habitam, da roupa luxuosa que ostentam, etc. E quantas vezes se olha com sobranceirismo orgulhoso para gente que trabalha connosco, que serve com o seu saber elevado e precioso. Cada pessoa, embora não pareça, tem algo de bom, de interessante, de valioso para nos ensinar apesar da sua aparente simplicidade.
Há muita gente que pela sua riqueza da experiência, se moldou e aprendeu a “nadar na vida”, com prática de honestidade, de serviço aos outros, de entrega e cumprimento dos seus deveres de trabalho e da sua modesta mas esplendorosa dignidade humana.
Certo professor de psicologia ordenou um teste aos seus alunos. Nenhum deles soube responder a esta pergunta: Qual o nome da mulher de limpeza da sala de aulas?
Nenhum soube, embora passassem por ela todos os dias, indiferentemente, como se ela fosse uma pessoa estranha e sem valor.
Olhemos para os humildes porque a vida de muitos deles contém uma lição, surpreendente e bela, merecedora de respeito e digna de imitação e, nunca façamos dos outros analfabetos ao mesmo tempo que nos vangloriamos de sermos os melhores.
sábado, 28 de agosto de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Flamingos avistados no Rio Douro
Muito provávelmente terão vindo alertar as autoridades autárquicas para que o comecem a despolir.
Flamingos avistados no estuário do rio Douro na madrugada de domingo
Porto, 02 ago (Lusa) -- Uma população de 14 flamingos pousou na madrugada de domingo na reserva natural do estuário do Rio Douro para se alimentar, possivelmente em busca de "um novo sítio para colonizar".
"Não havia observações de flamingos no Douro há muito tempo, mas tem-se registado a sua expansão para Norte, depois de há alguns anos terem sido vistos em Aveiro e em Esmoriz", explicou à agência Lusa Nuno Gomes Oliveira, diretor do Parque Biológico de Gaia, organismo que registou a ocorrência.
Os 14 flamingos avistados no Douro eram maioritariamente jovens, tendo entretanto abandonado o local por ser muito procurado pelos veraneantes durante a época balnear.
Porto, 02 ago (Lusa) -- Uma população de 14 flamingos pousou na madrugada de domingo na reserva natural do estuário do Rio Douro para se alimentar, possivelmente em busca de "um novo sítio para colonizar".
"Não havia observações de flamingos no Douro há muito tempo, mas tem-se registado a sua expansão para Norte, depois de há alguns anos terem sido vistos em Aveiro e em Esmoriz", explicou à agência Lusa Nuno Gomes Oliveira, diretor do Parque Biológico de Gaia, organismo que registou a ocorrência.
Os 14 flamingos avistados no Douro eram maioritariamente jovens, tendo entretanto abandonado o local por ser muito procurado pelos veraneantes durante a época balnear.
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